Hoje vi um cão a esventrar um pombo na estação de comboio....
Não percebi se o estava a comer ou apenas a dilacera-lo pelo simples prazer da coisa. Não me pareceu mal alimentado e exibia uma bonita coleira de cão de família... mas se quero continuar a dormir tranquilo quero acreditar que não existem animais de estimação sádicos a esse ponto...
Mas a verdade é que depois do pobre bicho estar feito em esparguete cabidela o cachorrinho se afastou do local alegremente deixando uma para trás plateia de passageiros chocados !
É um facto que todos nós já quisemos assassinar um pombo... mas há coisas que nunca pensei ver ao vivo e a cores!
sexta-feira, 28 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Portuguese zombie
Não sei se sou o único a notar que há vários elementos comuns entre os portugueses e os zombies...
Também não sei se esta conclusão se deve ao facto de ser apreciador de filmes de zombies e ao mesmo tempo observador compulsivo (e algo forçado) do modus vivendi do português, (nomeadamente do seu comportamento em espaços comercias de grande porte). Contudo, a verdade é que as semelhanças saltam à vista, ora senão notemos:
Como a minha experiência se baseia na observação dos sujeitos em contexto de centro comercial, tomemos como contexto o filme Dawn of the Dead, que se passa também ele num centro comercial, e notemos as semelhanças.
Tal como um morto vivo, o português têm a tendência de se aglomerar em torno de alguém que esteja a sofrer, tal como um zombie a intenção do português não é ajudar. No C.C. Colombo (esse rico laboratório social), sempre que alguém tem o azar de cair, tropeçar, levar um estalo, ter um ataque epiléptico, ou semelhante, é de imediato rodeado sem piedade por um exército de portgueses sedentos de sangue e completamente desligados da realidade que os rodeia. O que importa é saciar a fome de carne humana.
Tal como em Dawn of the Dead o parque de estacionamento de um C.C. é palco de deambulações perigosas de zombies/portugueses em busca de algo! Pode ser um bracinho tenro para trincar, ou um lugar para estacionar, de preferência sem ter que se pagar... o princípio é mesmo!
Tal como um zombie, morto cerebralmente e guiado pelo instinto canibalesco de trincar carne humana, o português desliga o cérebro e a razão na altura de se alimentar. Sendo guiado pelo seu lado mais selvagem, incapaz de esperar em filas e manter a calma no período que vai das 12h as 15h, sobretudo aos fins de semana e feriados.
Tal como um deambulante e putrefacto zombie, muito português cheira a coisas mortas.
Tal como um zombie, alguns portugueses são incapazes de articular palavras e discurso logicamente, limitando-se a grunhir quando necessário.
Tal como um zombie, o português não teme o que tem pela frente, a fome guia o zombie, a chico-esperteza guia o sábio português.
Para concluir, tal como a cultura zombie, a cultura portuguesa também produz muitos filmes maus...
Por agora tenho dito.
Também não sei se esta conclusão se deve ao facto de ser apreciador de filmes de zombies e ao mesmo tempo observador compulsivo (e algo forçado) do modus vivendi do português, (nomeadamente do seu comportamento em espaços comercias de grande porte). Contudo, a verdade é que as semelhanças saltam à vista, ora senão notemos:
Como a minha experiência se baseia na observação dos sujeitos em contexto de centro comercial, tomemos como contexto o filme Dawn of the Dead, que se passa também ele num centro comercial, e notemos as semelhanças.
Tal como um morto vivo, o português têm a tendência de se aglomerar em torno de alguém que esteja a sofrer, tal como um zombie a intenção do português não é ajudar. No C.C. Colombo (esse rico laboratório social), sempre que alguém tem o azar de cair, tropeçar, levar um estalo, ter um ataque epiléptico, ou semelhante, é de imediato rodeado sem piedade por um exército de portgueses sedentos de sangue e completamente desligados da realidade que os rodeia. O que importa é saciar a fome de carne humana.
Tal como em Dawn of the Dead o parque de estacionamento de um C.C. é palco de deambulações perigosas de zombies/portugueses em busca de algo! Pode ser um bracinho tenro para trincar, ou um lugar para estacionar, de preferência sem ter que se pagar... o princípio é mesmo!
Tal como um zombie, morto cerebralmente e guiado pelo instinto canibalesco de trincar carne humana, o português desliga o cérebro e a razão na altura de se alimentar. Sendo guiado pelo seu lado mais selvagem, incapaz de esperar em filas e manter a calma no período que vai das 12h as 15h, sobretudo aos fins de semana e feriados.
Tal como um deambulante e putrefacto zombie, muito português cheira a coisas mortas.
Tal como um zombie, alguns portugueses são incapazes de articular palavras e discurso logicamente, limitando-se a grunhir quando necessário.
Tal como um zombie, o português não teme o que tem pela frente, a fome guia o zombie, a chico-esperteza guia o sábio português.
Para concluir, tal como a cultura zombie, a cultura portuguesa também produz muitos filmes maus...
Por agora tenho dito.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Metal e Fantasmas no Ebay
A Caixa em Forma de Coração, de Joe Hill.
Confesso que o que me chamou a atenção para este livro foi a capa, depois a descoberta de que o seu autor é filho do Stephen King, e depois comprei-o e depois li-o.
Com uma carreira que andou pelos contos e pela BD, Joe Hill conseguiu aqui estrear-se em grande num romance que não fica nada a dever aos escritos do pai, e que, na minha opinião, é uma lufada de ar fresco para o género. (É claro que os direitos para a adaptação ao cinema já foram comprados...)
Resumindo e enumerando, Heart Shaped Box, é uma história de fantasmas comprados pelo Ebay, hipnose, pesadelos, vingança metaleiros old school e amor (sim...também) com um herói Zack Wylde e um vilão Freddy Krueger meets Johnny Cash.
Uma óptima leitura blockbuster!

Com uma carreira que andou pelos contos e pela BD, Joe Hill conseguiu aqui estrear-se em grande num romance que não fica nada a dever aos escritos do pai, e que, na minha opinião, é uma lufada de ar fresco para o género. (É claro que os direitos para a adaptação ao cinema já foram comprados...)
Resumindo e enumerando, Heart Shaped Box, é uma história de fantasmas comprados pelo Ebay, hipnose, pesadelos, vingança metaleiros old school e amor (sim...também) com um herói Zack Wylde e um vilão Freddy Krueger meets Johnny Cash.
Uma óptima leitura blockbuster!
sexta-feira, 14 de março de 2008
Ele há coisas fantásticas!
Sou perseguido por uns dos meus heróis de infância!
A parte melhor é que, por ironia do destino, temos o mesmo nome. E não foi combinado! (os meus pais não eram adeptos de Wrestling quando eu nasci...)
Heis o que descobri quando me enganei a digitar o endereço do meu portfólio online: http://www.titosantana.net/
Ele há mesmo coisas fantásticas!
A parte melhor é que, por ironia do destino, temos o mesmo nome. E não foi combinado! (os meus pais não eram adeptos de Wrestling quando eu nasci...)
Heis o que descobri quando me enganei a digitar o endereço do meu portfólio online: http://www.titosantana.net/
Ele há mesmo coisas fantásticas!
quarta-feira, 12 de março de 2008
E o prémio homenzinho para o óscar mais bem esgalhado vai para...
JUNO!
Argumento impecável, diálogos doces como um prato de chilli, banda sonora indie minimalista e a Ellen Page!
Aproveito para recomendar (viva e poderosamente) Hard Candy de David Slade (vénia, vénia) também com a ofuscante presença de Ellen Page!
Temo pela minha (im)parcialidade neste blog...
Argumento impecável, diálogos doces como um prato de chilli, banda sonora indie minimalista e a Ellen Page!
Aproveito para recomendar (viva e poderosamente) Hard Candy de David Slade (vénia, vénia) também com a ofuscante presença de Ellen Page!
Temo pela minha (im)parcialidade neste blog...
quarta-feira, 5 de março de 2008
work in progress.... once again
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